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Título : Sarcopenia e risco de toxicidade no tratamento quimioterápico em portadoras de Neoplasia de mama
Autor : SANTOS, Eryka Maria dos
Palabras clave : Câncer de mama; Quimioterapia; Sarcopenia; Toxicidade.
Fecha de publicación : 24-sep-2025
Editorial : Universidade Federal de Pernambuco
Citación : SANTOS, Eryka Maria dos. Sarcopenia e risco de toxicidade no tratamento quimioterápico em portadoras de Neoplasia de mama. 2025.Tese (Doutorado em Cirurgia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025.
Resumen : A sarcopenia e a obesidade sarcopênica (OS) têm sido associadas a pior tolerância e desfechos clínicos em mulheres com câncer de mama em tratamento quimioterápico. Entretanto, a relação entre essas condições e a toxicidade à quimioterapia ainda precisa ser melhor investigada. O presente estudo teve como objetivo avaliar a ocorrência de sarcopenia e sua associação com toxicidades e intercorrências durante a quimioterapia em mulheres com câncer de mama, bem como explorar a presença de OS e possíveis diferenças segundo a faixa etária. Realizou-se um estudo de coorte prospectivo, entre fevereiro de 2022 e setembro de 2023, envolvendo 150 mulheres em quimioterapia em uma clínica oncológica de Recife. As avaliações ocorreram no início (T0) e ao término (T1) do tratamento e incluíram triagem nutricional (ASG-PPP, SARC-F, SARC-CalF), antropometria, bioimpedância para composição corporal, força de preensão palmar, velocidade de marcha, exames bioquímicos, intercorrências (adiamento de ciclo, redução de dose, interrupção) e toxicidades ao tratamento, classificadas segundo o Common Terminology Criteria for Adverse Events (CTCAE) versão 5.0. As associações foram testadas pelo qui-quadrado ou teste exato de Fisher, considerando-se significantes valores de p ≤ 0,05. Apesar de 98,6% das participantes terem sido consideradas sem risco nutricional pela ASG-PPP, observou-se, no basal, alterações expressivas de composição corporal, incluindo excesso de peso (62,0%), obesidade abdominal (55,7%), sarcopenia (18,2%) e OS (9,1%). A sarcopenia associou-se à redução de dose em T1 (p=0,004), à anorexia em T0 (37,9% vs. 13,1%; p=0,004) e T1 (37,0% vs. 7,1%; p=0,001), e à constipação em T0 (28,0% vs. 12,9%; p=0,046). A OS não apresentou associação significativa com intercorrências, embora tenham sido observadas tendências pontuais no basal (p>0,05). Entre as participantes idosas, verificou-se maior interrupção do tratamento (p=0,031) e maior prevalência de anorexia (44,8% vs. 17,6%; p=0,003). Conclui-se que a sarcopenia já era prevalente no início do tratamento e se relacionou a maior necessidade de redução de dose e a sintomas relevantes, especialmente anorexia, sugerindo impacto clínico na condução terapêutica. A OS não apresentou associação estatística com intercorrências nesta amostra. Esses achados reforçam a importância da incorporação de avaliação sistemática da composição corporal e rastreio de sarcopenia na prática oncológica, com monitoramento e intervenções nutricionais individualizadas, sobretudo em pacientes idosas.
URI : https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67614
Aparece en las colecciones: Teses de Doutorado - Cirurgia

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